Um levantamento realizado pela Confederação Nacional das Indústrias (CNI) apontou que 58,2% das empresas rejeitam o regime de substituição tributária. Segundo a instituição, uma em cada três indústrias brasileiras é atingida pela substituição tributária.

No regime especial de tributação, as empresas antecipam o pagamento do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) que deveria ser cobrado em toda cadeia produtiva.

Para 22,7% das empresas a inclusão no regime é indiferente, enquanto 19,1% delas avaliam positivamente a inclusão de seus produtos na substituição tributária.

A CNI diz que 62,7% das pequenas empresas rejeitam a substituição tributária. Entre as médias empresas, a rejeição é de 56,6%, ao passo que, entre as grandes indústrias, 51,3% dizem não aprovar o regime.

Para 63,3% das indústrias, a antecipação do imposto prejudica o fluxo de caixa. Outras 56,7% disseram que a substituição tributária eleva os gastos administrativos, enquanto 48,9% consideram que o regime reduz a margem de lucro e 36,1% dizem que o sistema implica perda de clientes.

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