O ministro do Trabalho, Carlos Lupi, voltou a defender hoje a exigência de contrapartida das empresas que forem beneficiadas com algum tipo de ação, por parte do governo, que implique renúncia, para a União, de recursos públicos. Nossa intenção, além de ajudar as empresas a passarem por essas dificuldades, é garantir os empregos.

E estamos analisando tecnicamente que tipo de sanção e como isso pode ser feito", afirmou o ministro, pouco antes de embarcar para o Chile, onde participará de reuniões da Organização Internacional do Trabalho, que vai discutir a situação mundial do mercado de trabalho.

Ele reafirmou que na próxima segunda-feira deve divulgar o resultado do cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), relativo a dezembro e o acumulado de 2008.

O ministro reafirmou que o Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador (Codefat) pode autorizar a ampliação em mais duas parcelas do pagamento do seguro-desemprego aos trabalhadores mais afetados por demissões. "Mas temos que ter muita tranquilidade, porque essa ampliação tem que ser pontual. E somente com os dados fechados (Caged) de 2008 teremos uma radiografia dos setores econômicos", disse o ministro.

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