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Lupi: Brasil deve criar 2 milhões de empregos em 2008

O ministro do Trabalho, Carlos Lupi, afirmou que o Brasil deve criar pouco mais de 2 milhões de empregos em 2008, marca que vai superar em 31,8% a geração de 1,517 milhão de postos de trabalho gerados em 2007. O Brasil entrou no paradigma do círculo virtuoso.

Agência Estado |

É impressionante como o País está crescendo em todas as suas regiões, sobretudo nas cidades do interior. Os investimentos estão registrando fortes níveis de expansão. A Petrobras está descobrindo novos poços de pré-sal. Tudo conspira a favor do País, que está se tornando uma Meca dos investimentos."

O ministro Lupi afirmou que a criação de empregos em agosto deverá bater novo recorde para todos os meses de agosto na história. Embora não tenha dado mais detalhes sobre o patamar de postos de trabalho que serão criados, ele estima que, no mês passado, no acumulado em um ano, a geração de postos de trabalho deve ficar próxima a 2 milhões de vagas.

Na avaliação dele, que deixou claro que está empolgado com a expansão do nível de atividade do País, a economia nacional deve registrar um crescimento de 6% em 2008, o que superaria a marca de 5,4% de elevação do PIB apurado em 2007. "Muitos especialistas riram quando eu disse, no início do ano, que o Brasil iria apresentar um crescimento muito forte em 2008. Agora, com a expansão (de 6,1% do PIB no segundo trimestre, ante o mesmo período de 2007), acredito que estão reconsiderando suas avaliações."

Crescimento

"Mesmo com a ação do Banco Central, que elevou os juros, o Brasil deve continuar nesta rota de crescimento vigoroso neste ano e no próximo, pois, entre outros fatores, os investimentos estão sendo feitos com muita força, dado que os empresários estão vendo que cresceram muito as vendas do mercado interno, e querem ampliar a capacidade de produção (de suas fábricas) para o longo prazo, horizonte de dez anos."

No terceiro seminário "Capital e Trabalho, Compromisso Estratégico para a Sustentabilidade", realizado em São Paulo, o ministro reforçou a avaliação do presidente Lula de que o Brasil está no caminho certo para registrar um crescimento robusto de longo prazo, porque consegue avançar os fundamentos macroeconômicos ao mesmo tempo que mantêm a inflação sob controle. "A inflação é ruim para o trabalhador, ela só ajuda quem especula. Portanto, esse é um valor conquistado pela sociedade que precisa e vai ser preservado."

Ao falar para um platéia composta por líderes sindicais, o ministro ressaltou que as principais centrais sindicais do País precisam unir seus princípios "macros", ou seja, as grandes questões comuns, preservando suas naturais divergências e alguns pontos específicos, o que, para ele, é "natural".

Lupi ressaltou que é favorável que a jornada de trabalho seja reduzida para 40 horas semanais, porém, afirmou que as lideranças sindicais precisam ser mais ativas para ir à Câmara Federal e ao Senado, a fim de viabilizar junto aos parlamentares tal pleito. "Já fui deputado federal, e sei que o Congresso Nacional funciona sob pressão da sociedade, portanto, os líderes sindicais, se quiserem ver matéria aprovada pelo Poder Legislativo, precisam conversar com deputados e senadores para defender tais propostas."

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