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Lula vai a Cuba firmar acordo de petróleo

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva fará, nesta quinta-feira, uma visita relâmpago de 24 horas a Cuba para firmar um acordo petroleiro e se reunir com seu homólogo Raúl Castro, confirmou um porta-voz da delegação.

AFP |

"O presidente chega por volta das 16h30 (19h de Brasília). Vai-se encontrar com o presidente Raúl Castro e participará da inauguração do Centro de Negócios da Apex (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos)", disse o porta-voz, que faz parte da comitiva presidencial.

O assessor disse que ainda falta acertar alguns detalhes da visita, que vai até o final da tarde de sexta-feira, durante a qual Lula assistirá à assinatura de um acordo de exploração de petróleo entre as empresas Petrobras e Cupet.

Lula convidará o presidente Raúl Castro, formalmente, para a Cúpula da América Latina e Caribe sobre Integração e Desenvolvimento, em 16 e 17 de dezembro, em Salvador, anunciou, no Brasil, o porta-voz da presidência Marcelo Baumbach.

A visita presidencial acontece cinco meses depois da que foi feita pelo chanceler Celso Amorim, que disse, em maio, que o Brasil quer se transformar no "primeiro sócio" de Cuba.

A Petrobras se une, assim, à Repsol (Espanha), que explora seis blocos em sociedade com Norsk Hidro, da Noruega, e com a ONGC Videsh Ltd (OVL).

A OVL tem outros dois blocos, enquanto que a venezuelana PDVSA, a Petróleos Vietnam e malaia Petrona têm quatro blocos cada.

Lula desembarca em Havana, após participar da abertura da XVIII Cúpula Ibero-Americana em El Salvador. Essa será sua segunda viagem à ilha, este ano. Em meados de janeiro, ele passou pouco mais de 24 horas em Cuba e assinou uma série de acordos com o presidente Raúl Castro.

Na ocasião, visitou o amigo Fidel Castro, de 82 anos, afastado do poder desde julho de 2006 por problemas de saúde. Não se descarta um novo encontro esta vez.

De acordo com números oficiais cubanos, o intercâmbio comercial entre Cuba e Brasil superou, em 2007, os 450 milhões de dólares, o que reafirmou o gigante sul-americano como o segundo sócio comercial da ilha na América Latina, atrás da Venezuela.

cb-mis/tt

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