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Lula se preocupa com #145;vácuo de poder #146; nos EUA

Em discurso na terceira e última reunião ministerial do ano, que teve como tema central a crise financeira mundial, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva manifestou sua grande preocupação com o que chamou de vácuo de poder neste momento de transição nos Estados Unidos, em que são necessárias tomadas de decisões urgentes para combater os problemas econômicos. Depois de ouvir o balanço da equipe econômica sobre as medidas adotadas para combater os efeitos da crise - e reiterar que outras poderão vir, se forem necessárias - o presidente afirmou que os projetos do Programa de Aceleração Econômica (PAC) terão continuidade para assegurar o vigor da economia, apesar de alguns arranhões, como ressaltou.

Agência Estado |

Ao mencionar os EUA, Lula, segundo relato do ministro da Fazenda, Guido Mantega, lembrou que serão "60 dias de vazio de poder, quando decisões terão de ser tomadas rapidamente, a todo tempo". Ele observou que, como é natural, o presidente George Bush, que está saindo, está enfraquecido, lembrando a expressão "pato manco", usada nos Estados Unidos. E Barack Obama, o novo presidente, ainda não assumiu. Para Mantega, a antecipação do anúncio da equipe econômica de Obama pode ajudar um pouco nesse cenário.

Na sua fala na reunião, Lula reconheceu que "2009 será pior do que 2008 para o mundo como um todo", que estará crescendo menos, já que Estados Unidos, União Européia e Japão estarão em recessão. O presidente respondeu também às criticas que o governo recebeu durante os últimos anos, sobre aumento das reservas, diversificação do comércio e criação do programa Bolsa Família.

Segundo ele, todas estas e outras medidas, serviram de "colchão para a sólida economia que temos hoje". "Não é por acaso que estamos nesta situação, melhor do que muitos países", disse Mantega, repetindo o presidente.

O ministro da Comunicação de Governo, Franklin Martins, por sua vez, citou que a reunião serviu para que todos os ministros soubessem qual a situação do País e como a crise está sendo enfrentada: "Estamos enfrentando uma crise grave, em circunstâncias muito melhores que os demais países. O foco é defender economia real, emprego e renda, investimento, isso é essencial." No encontro, Lula ainda fez questão de ressaltar a importância da reunião do G-20 em Washington.

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