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Lula quer acelerar integração energética no continente

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva manifestou desejo de reuniões mais freqüentes entre técnicos do Brasil, Argentina e Venezuela para acelerar a integração energética entre os três países. Precisamos nos reunir mais para ir construindo esse espaço (de integração energética) porque a Venezuela tem gás e petróleo e nós (América do Sul) temos recursos hídricos superiores a 264 mil megawatts e temos que explorar este potencial energético, defendeu Lula.

Agência Estado |

O presidente Lula se reuniu com os colegas da Argentina, Cristina Kirchner, e da Venezuela, Hugo Chávez, para discutir os problemas de energia que alguns países da região sofrem, entre eles a Argentina. "E é claro que sofremos problemas de energia porque estamos crescendo", justificou Lula. Neste aspecto, ele repetiu que a Venezuela tem gás e petróleo de sobra. "Por outro lado, a Venezuela tem problema de abastecimento de alimentos. Então nessa integração podemos (Brasil e Argentina) resolver o problema da Venezuela e o nosso", disse.

Em entrevista após a reunião com chefes de Estado dos Países da União de Nações Sul-Americanas (Unasul), realizada na cidade argentina de San Miguel de Tucumán, Lula também explicou que não vai deixar de ajudar a Argentina a enfrentar sua crise energética. "Nós certamente não iremos deixar que o povo argentino sofra frio por falta de energia. Obviamente não podemos mandar gás porque somos também importadores do produto, mas podemos exportar energia", declarou.

Itaipu

Indagado sobre sua disposição de negociar a questão da tarifa de Itaipu com o Paraguai, ele respondeu que "sempre tem vontade política de negociar". "Vamos esperar Lugo (Fernando Lugo, presidente eleito do Paraguai) tomar posse em agosto e vamos sentar na mesa para negociar", afirmou. O presidente deixou claro também seu desejo de ajudar os países menores do Mercosul. "Cabe ao Brasil, como maior economia da América do Sul, fazer todos os esforços para que os países menores possam se desenvolver", disse. Nesse sentido, Lula considerou inadmissível que Assunção tenha apagão, sendo que o Paraguai é fornecedor de parte da energia de Itaipu para o Brasil.

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