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Lula: protecionismo só agravará a crise econômica

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou hoje o protecionismo de alguns países, diante da crise financeira internacional. Não podemos atuar sozinhos contra os efeitos de uma turbulência que golpeia sobretudo as mais fortes economias do planeta.

Agência Estado |

O comércio é certamente parte da solução. O protecionismo, em contrapartida, só servirá para agravar a crise econômica", afirmou o presidente, no discurso durante almoço com o presidente da Namíbia, Hifikepunye Pohamba.

Para o presidente brasileiro, um acordo na Rodada Doha da Organização Mundial do Comércio (OMC) enviará uma poderosa mensagem para os mercados e dará novo fôlego à economia global. Na avaliação de Lula, os países em desenvolvimento vêm apontando caminhos com o aumento do comércio, e os investimentos Sul - Sul (entre países do Hemisfério Sul) têm atenuado o "impacto perverso da recessão que se alastra mundialmente". "Não basta reformar as regras do comércio internacional. Precisamos buscar um sistema de governança global mais democrático. Os processos decisórios não podem continuar concentrados nas mãos de poucos, ignorando-se as aspirações dos países em desenvolvimento e das grandes economias emergentes", afirmou.

Ele pediu apoio da Namíbia para que o Brasil tenha assento permanente no Conselho de Segurança da ONU e disse que esse gesto será como um voto de confiança na capacidade do Brasil de contribuir para a construção dessa nova ordem mais legítima e sobretudo mais justa. Lula destacou que a África foi eleita prioridade do governo brasileiro e disse que convocou para a próxima semana reunião com embaixadores do Brasil na África para analisar artigos e projetos que deverão aumentar a parceria.

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