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Lula pede que toda a verba do PAC seja gasta

A ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, afirmou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse aos ministros, na reunião realizada na segunda-feira, na Granja do Torto, que a ordem é não haver investimento não realizado e gastar tudo o que há de verba para o PAC (Programa de Aceleração do Crescimento). Segundo o relato da ministra da última reunião ministerial do ano - que alguns dizem ser a primeira de 2009, pois tratou de mecanismos para enfrentar a crise no ano que vem -, o presidente Lula lembrou que é preciso fazer com que o gasto seja feito de forma consciente.

Agência Estado |

Ainda segundo Dilma, Lula determinou aos ministros que, para garantir a realização dos investimentos, trabalhem em conjunto com prefeitos e governadores, principalmente para tratar das medidas nas áreas de saneamento básico e educação. "Os parceiros são muito importantes nestas duas áreas", disse. "Trabalhar em conjunto com eles é uma forma de acelerar o PAC."

A ministra, que costuma ser qualificada por Lula como a mãe do PAC e aparece, no momento, como favorita para disputar a candidatura à Presidência da República no PT em 2010, participou ontem de debate na sede do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), em Brasília, sobre a legalização de terras na Amazônia.

Dilma afirmou que o presidente quer que o País atravesse "com maior suavidade esse período de crise". Por isso, manter os investimentos nas obras do PAC é tão importante. A ministra reiterou a análise que vem sendo feita pelo presidente e pela maioria dos ministros, segundo a qual o enfrentamento dos efeitos da crise está sendo feito "com a consciência de que o governo, hoje, é parte da solução e não - como era antes - parte do problema" e, "antes, o governo quebrava; hoje, o governo não quebra".

Segundo Dilma, o PAC é o principal instrumento do governo para enfrentar a crise, capaz de dar lastro às medidas anticíclicas. "A crise puxa a economia para baixo e o PAC puxa para cima, aumentando o investimento. Quando você aumenta o investimento, significa que está tendo ação uma contrária ao ciclo. Se o ciclo é de crise, aumentar o investimento faz você manter o crescimento do País, garantir renda e emprego."

Ela lembrou que só nas Hidrelétricas de Santo Antonio e Jirau (a serem construídas no Rio Madeira, em Rondônia), serão contratadas 50 mil pessoas, 25 mil em cada obra. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.

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