Publicidade
Publicidade - Super banner
enhanced by Google
 

Lula pede ajuda a todos para reduzir impacto da crise global

Rio de Janeiro, 12 dez (EFE).- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou hoje que tanto o Governo como empresários, banqueiros e trabalhadores precisam fazer sacrifícios para reduzir ao mínimo possível as perdas no país devido à crise financeira internacional.

EFE |

Lula, em discurso que pronunciou em um ato de entrega de casas populares em Belo Horizonte, assegurou que, assim como o Governo, que ontem anunciou várias reduções de impostos para fazer frente à crise, empresários e trabalhadores também têm que contribuir.

"Todos temos que trabalhar de forma harmônica, cada um fazer o sacrifício que lhe corresponde para que todos percamos o menos possível", afirmou o governante.

"Os bancos têm que descer os interesses e as indústrias têm que reduzir o preço dos produtos porque o valor das cotas dos créditos tem que caber no bolso do consumidor", acrescentou.

O presidente insistiu que, apesar da crise, os consumidores têm que seguir gastando para manter a economia de pé, e acrescentou que, após a redução de impostos anunciada na véspera, muitos já podem calcular quanto terão de sobra para gastar.

As medidas anunciadas ontem para diminuir o imposto sobre a renda dos trabalhadores, o arbítrio sobre operações financeiras para créditos e os encargos sobre a produção de carros populares implicam ao Governo renunciar a cerca de US$ 3,9 bilhões em tributos ao ano.

Segundo Lula, os governadores regionais e os prefeitos municipais também têm a responsabilidade de prosseguir com seus investimentos em obras públicas, como está fazendo o Governo.

O presidente admitiu que a crise exige um corte no orçamento, mas acrescentou que tal ajuste tem que ser feito nos recursos para o custo e não nos investimentos.

"Investir em obras significa gerar emprego. Gerar emprego envolve gerar salário. E, com mais salários, o consumidor pode comprar produtos, a indústria pode produzir, o comércio pode vender e a economia pode andar", assegurou. EFE cm/rr

Leia tudo sobre: home

Notícias Relacionadas


Mais destaques

Destaques da home iG