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Lula ficou satisfeito com leilão de usina, diz ministro

O ministro de Minas e Energia, Márcio Zimmermann, afirmou nesta noite que o leilão da usina hidrelétrica de Belo Monte, a ser construída no Rio Xingu, no Pará, foi competitivo e que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva ficou muito satisfeito com sua conclusão. Ele fez as declarações ao sair de uma audiência com o presidente no Centro Cultural do Banco do Brasil (CCBB), sede provisória da Presidência da República, em Brasília.

AE |

O ministro de Minas e Energia, Márcio Zimmermann, afirmou nesta noite que o leilão da usina hidrelétrica de Belo Monte, a ser construída no Rio Xingu, no Pará, foi competitivo e que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva ficou muito satisfeito com sua conclusão. Ele fez as declarações ao sair de uma audiência com o presidente no Centro Cultural do Banco do Brasil (CCBB), sede provisória da Presidência da República, em Brasília.

"Tivemos um leilão bem-sucedido e deságio. O presidente Lula ficou muito satisfeito, pois foi uma vitória. Efetivamente, teve competição", afirmou Zimmermann.

À observação de um jornalista de que houve importante participação de empresas estatais, como a Chesf, uma subsidiária da Eletrobras, o ministro respondeu: "O que ocorreu é que tivemos pedidos do setor privado para que empresas do grupo Eletrobras participassem do leilão, pois o empreendimento é muito é grande."

Zimmermann contestou os críticos da obra que afirmam que houve irregularidades na concessão do licenciamento ambiental para a usina: "O projeto de Belo Monte foi o mais bem estudado do ponto de vista dos efeitos que poderia trazer para o meio ambiente. O licenciamento ambiental foi o melhor que já ocorreu no Brasil."

Incentivos

Márcio Zimmermann afirmou que os incentivos concedidos aos vencedores do leilão de Belo Monte seguem os mesmos padrões do financiamento de obras de infraestrutura praticados em outros países. "Nada acima do que se dá em países com boa situação econômica que fazem investimentos em obras de infraestrutura", comparou o ministro.

Aos construtores de Belo Monte o governo concedeu, entre outros benefícios, desconto de 75% do valor devido de Imposto de Renda relacionado à execução do projeto e financiamento de até 80% do valor da obra pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) com prazo de 30 anos.

"Não é subsídio. O que se ofereceu foram condições normais de financiamento a longo prazo", defendeu. "Pelo padrão de financiamento de obras de infraestrutura no mundo inteiro, se conseguem financiamentos de mais de 30 anos." Zimmermann acrescentou que isenções tributárias já foram concedidas também para os construtores das usinas hidrelétricas de Santo Antonio e de Jirau, ambas no Rio Madeira, em Rondônia.

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