FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: VerdanaBRASÍLIA - O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, voltou a defender nesta terça-feira que a atual crise financeira mundial reforça a urgência de se concluir as negociações em torno da Rodada Doha da Organização Mundial do Comércio (OMC)." /
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Lula diz que crise financeira reforça a urgência de concluir negociações de Doha

FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: VerdanaFONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: VerdanaBRASÍLIA - O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, voltou a defender nesta terça-feira que a atual crise financeira mundial reforça a urgência de se concluir as negociações em torno da Rodada Doha da Organização Mundial do Comércio (OMC).

Carollina Andrade - Último Segundo/Santafé Idéias |

De acordo com o presidente, esta decisão foi acordada em Washington durante a reunião da Cúpula do G-20 (grupo de países em desenvolvimento). É a garantia que teremos contra o protecionismo. Queremos usar o poder do comércio para gerar empregos e renda. A renovação das Nações Unidas e, mais particularmente, de seu Conselho de Segurança é o primeiro passo para se construir um verdadeiro multilateralismo, disse Lula durante seu discurso por ocasião da visita do presidente da Indonésia, Susilo Banbang Yudoyono.

O presidente ainda ressalto que "temos que impedir que a recessão se alastre por todo o planeta. Temos de reordenar uma arquitetura financeira internacional falida. É importante que o G20 tenha se transformado na instância fundamental de discussão e coordenação de iniciativas contra os efeitos perversos da crise, disse o presidente.

Lula acrescentou que é importante que, nas próximas reuniões do grupo, seja colocado no centro dos debates os passos necessários para a democratização das instituições financeiras.

Lula declarou ainda que, o País não irá aceitar que os responsáveis pela derrocada econômica mundial nos repasse a conta. Exigimos soluções verdadeiramente justas e consensuais, que não façam retroceder nosso desenvolvimento. Não podemos sacrificar os êxitos que tivemos na luta contra pobreza e a desigualdade. Não podemos mais postergar reformas essenciais para garantir a paz e promover a segurança, disse.

Durante o seu discurso, o presidente lembrou que só com responsabilidade e transparência garantiremos que os mercados estejam a serviço dos interesses coletivos e não da ganância irresponsável de uns poucos.

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