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Lufthansa comemora resultado do 1o. semestre, apesar de queda no lucro

SÃO PAULO - A companhia aérea alemã Lufthansa acredita ter registrado um bom desempenho no primeiro semestre deste ano, apesar da queda no lucro. De acordo com sua administração, isso foi possível por conta de sua precaução em relação às dificuldades enfrentadas pela indústria, como os altos preços do petróleo e a desaceleração da economia mundial.

Valor Online |

A empresa, que havia antecipado ontem uma queda de 59% em seu lucro líquido nos seis primeiros meses do ano, que somou 402 milhões de euros, divulgou hoje seu balanço oficial para o período. Segundo ela, a baixa no lucro não reflete seu bom momento, pois há ganhos excepcionais de 574 bilhões de euros inflando o resultado do primeiro semestre do ano anterior.

Segundo a Lufthansa, todas as suas divisões de negócios contribuíram para o resultado. Aquelas que não tiveram aumento em seu desempenho, mantiveram o mesmo nível de receita e lucro operacional, informa a companhia.

A empresa afirma que os altos preços do petróleo prejudicaram os ganhos com transporte de passageiros, mas comemora ter sido capaz de elevar as vendas mesmo apesar das dificuldades na economia mundial.

Na comparação entre os seis primeiros meses de 2007 e os deste ano, as despesas operacionais da companhia aumentaram de 10,2 bilhões de euros para 12,1 bilhões de euros.

Segundo o presidente do conselho e executivo-chefe, Wolfgang Mayrhuber, esse ambiente negativo tem levado muitas companhias a reduzir rotas, frota e pessoal. Por isso, afirma que o momento é o mais propício para concentrar esforços em aprimorar os processos que podem ser controlados pela companhia, como custos internos, flexibilidade e provisões internas.

Nosso primeiro semestre indubitavelmente muito positivo não deve nos permitir perder de vista os grandes desafios em nossa frente. Nossa companhia tem a grande oportunidade de emergir relativamente mais forte desse cada vez mais difícil mercado e dessa situação de competição em que estamos encerrados, afirma Mayrhuber. Lançamos as fundações e não iremos prejudicar nosso futuro. Mostramos no passado que estamos preparados para esse tipo de situação e que somos capazes de reagir a elas, acrescentou.

(José Sergio Osse | Valor Online)

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