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Lucro semestral da Colgate-Palmolive supera expectativas e cresce 6,4%

Nova York, 29 jul (EFE).- A Colgate-Palmolive, fabricante de produtos de higiene pessoal, anunciou hoje que, no primeiro semestre de 2008, registrou aumento de 6,4% no lucro líquido em comparação com o mesmo período do ano passado, superando as expectativas de Wall Street.

EFE |

Em comunicado à imprensa, a Colgate-Palmolive disse que entre janeiro e junho deste ano registrou ganhos de US$ 960,3 milhões (US$ 1,78 por ação) frente aos US$ 902,4 milhões (US$ 1,65 por título) de lucro no primeiro semestre de 2007.

Segundo a companhia, exlcuindo-se os custos de reestruturação, o lucro da Colgate-Palmolive teria sido de US$ 1,88 por ação.

No primeiro semestre, a multinacional americana faturou US$ 7,677 bilhões, resultado 15,9% superior ao registrado no mesmo período do ano anterior, quando teve receita de US$ 6,619 bilhões.

O executivo-chefe da Colgate-Palmolive, Ian Cook, disse estar muito satisfeito com os resultados da empresa e confiante em que o crescimento da companhia continuará neste ano fiscal e no próximo.

Cook destacou que "a liderança mundial da pasta de dentes Colgate continua se fortalecendo ao ampliar a fração de mercado em muitos países, inclusive Estados Unidos, México, Brasil, China e Rússia".

A Colgate-Palmolive destacou que registrou lucro líquido de US$ 493,8 milhões (US$ 0,92 por ação) no segundo trimestre, o que representa aumento de 18,75% em relação ao mesmo período do ano anterior, quando teve ganhos de US$ 415,8 milhões (US$ 0,76 por título).

Sem os custos de reestruturação, a Colgate-Palmolive teria lucrado US$ 0,98 por ação, US$ 0,04 a mais por título do que o esperado pelos analistas de Wall Street.

O faturamento da Colgate-Palmolive entre abril e junho cresceu para US$ 3,964 bilhões, 16,42% a mais do que no segundo trimestre de 2007, quando teve receita de US$ 3,405 bilhões.

Segundo a empresa, as vendas dos produtos da multinacional expandiram 6,5% na América do Norte, 23,5% na América Latina, 14,5% na Europa-Pacífico Sul e 17,5% na Grande Ásia e África. EFE bj/wr/rr

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