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Lucro do Daycoval no trimestre sobe 13,8%, para R$ 54,6 milhões

SÃO PAULO - O banco Daycoval anunciou hoje que teve lucro de R$ 54,644 milhões no primeiro trimestre deste ano, uma alta de 13,8% sobre o ganho apurado no mesmo período de 2009 (R$ 48,034 milhões). Na comparação com o quarto trimestre, quando o lucro foi de R$ 82,471 milhões, houve queda de 33,7% no resultado líquido.

Valor Online |

SÃO PAULO - O banco Daycoval anunciou hoje que teve lucro de R$ 54,644 milhões no primeiro trimestre deste ano, uma alta de 13,8% sobre o ganho apurado no mesmo período de 2009 (R$ 48,034 milhões). Na comparação com o quarto trimestre, quando o lucro foi de R$ 82,471 milhões, houve queda de 33,7% no resultado líquido. Na comparação entre trimestres, o resultado bruto da intermediação financeira subiu 20,8%, para R$ 124,908 milhões, puxado por uma redução de 49,8% na constituição de provisão para créditos de liquidação duvidosa, que somou R$ 37,781 milhões. O total das provisões, que somava 6,6% da carteira de crédito no primeiro trimestre de 2009, ficou em 4,5% no balanço dos três primeiros meses deste ano. A carteira de crédito do banco atingiu R$ 4,282 bilhões em março, uma alta de 19,4% sobre o saldo do mesmo mês de 2009. No detalhamento, o Daycoval informou que a carteira no segmento de middle market (formado por pequenas e médias empresas) subiu 35,3%, para R$ 2,555 bilhões. Já no crédito consignado, houve expansão de 32% nos empréstimos, para R$ 1,126 bilhão. Na direção oposta, os financiamentos de veículos cederam 31,1% na comparação anual, chegando a R$ 575 milhões, o que reflete uma estratégia da instituição financeira de reduzir a oferta no segmento. Em seu balanço, o banco também alerta que o aguardado aperto na política monetária poderá colocar em risco um crescimento econômico mais intenso. Segundo o Daycoval, apesar da posição privilegiada do Brasil, a crise ainda não foi totalmente superada. "As perspectivas para 2010 apontam para um crescimento mundial moderado, com a presença de volatilidade, devido às incertezas que ainda permanecem perante a economia de alguns países desenvolvidos e ascensão da China, as quais poderão refletir na economia doméstica", diz o banco. (Eduardo Laguna | Valor)
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