A operadora de telefonia Portugal Telecom (PT), que divide o controle da prestadora de telefonia móvel Vivo com a espanhola Telefónica, informou hoje que obteve lucro líquido de 113,1 milhões de euros (US$ 174,9 milhões) no segundo trimestre deste ano, o que representa uma queda de 55,2% na comparação com igual período do ano passado. Porém, a média das previsões de seis analistas consultados era de lucro de 91 milhões de euros.

A companhia disse que o resultado foi prejudicado por itens extraordinários e por gastos mais elevados com investimentos no período. Excluindo esses efeitos, o lucro teria caído apenas 13,8%.

A receita da companhia cresceu 11,3% na comparação entre os dois períodos, passando de 1,5 bilhão de euros para 1,67 bilhão de euros, enquanto o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebtida, na sigla em inglês) ficou praticamente estável, em 576 milhões de euros. Os custos operacionais aumentaram 19,7%, de 919 milhões de euros para 1,1 bilhão de euros.

Vivo

No comunicado, a PT afirmou que a operação do grupo que teve melhor desempenho foi o da Vivo Participações. A receita da operadora de telefonia móvel cresceu 29,1%, para 766,9 milhões de euros no segundo trimestre deste ano.

A compra de licenças de terceira geração (3G) no Brasil contribuiu para que o gasto com investimentos do grupo aumentasse em 27,1%, para 215,9 milhões de euros. As informações são da Dow Jones.

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