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Lojas Circuit City recorrem à lei de quebra nos EUA

Nova York, 10 nov (EFE).- A Circuit City, segunda maior rede de lojas de produtos eletrônicos dos Estados Unidos, anunciou hoje que se submeteu à lei de proteção de quebra americana, embora tenha ressaltado que manterá sua atividade de olho nas vendas de natal.

EFE |

A empresa, que percebeu como perdia terreno frente a sua principal concorrente, Best Buy, e foi vítima da restrição creditícia atual, decidiu se submeter ao capítulo 11 da lei de quebra americana.

A firma, com sede em Richmond, na Virgínia, indicou também que seguirá operando enquanto se reorganiza, segundo um comunicado emitido hoje, no qual também assinalou que sua filial do Canadá apresentará uma solicitação similar de proteção perante as autoridades canadenses.

A Circuit City anunciou, em 3 de novembro, seus planos de fechamento de 155 lojas e de redução de 17% de seus funcionários como conseqüência do arrefecimento da economia e da deterioração da liquidez da companhia.

A companhia, da mesma forma que muitas outras de venda a varejo enfrenta uma difícil situação de mercado com menos despesa por parte dos consumidores e maiores restrições creditícias por parte dos bancos.

A Circuit City, segundo o documento de sua solicitação para se submeter ao capítulo 11 da lei de quebra, dispõe de ativos no valor de US$ 3,4 bilhões e passivos de US$ 2,32 bilhões a 31 de agosto.

O vice-presidente de Circuit City, James Marcum, frisou que a decisão de reestruturar a empresa com base na lei de quebra americana "é uma oportunidade para reforçar" seu balanço, "criar uma estrutura de despesas mais eficiente e competir de forma mais efetiva". EFE emm/rr

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