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Lobão reforça que agenda do pré-sal está mantida mesmo com a crise

SÃO PAULO - O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, reforçou nesta tarde que a apresentação do programa com modelo de exploração da camada pré-sal está mantida para este mês. Teremos reunião da comissão interministerial ainda neste mês.

Valor Online |

Deveremos concluir nosso trabalho e levar à apreciação do presidente da República", disse o ministro.

Ele afirmou ainda que a crise internacional e a queda do preço do barril do petróleo não trarão problemas para o setor e que o cronograma de exploração da camada pré-sal "não sofrerá nenhum atraso".

O ministro participou hoje em São Paulo da abertura da Conferência Internacional sobre Biocombustíveis, ao lado da ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, dos ministros Miguel Jorge (Desenvolvimento) e Reinhold Stephanes (Agricultura) e do governador de São Paulo, José Serra.

Lobão procurou esclarecer mais uma vez que as reservas de petróleo hoje comprovadas no Brasil somam 14 bilhões de barris. Na camada pré-sal há cerca de outros 12 bilhões de barris certificados, mas as projeções variam muito, de 30 bilhões a 150 bilhões de barris. "Nenhum desse números para cima me surpreenderá, mas não temos nada certificado a não ser os 14 bilhões de barris antigos e 12 bilhões certificados do pré-sal, o resto são expectativas" reforçou.

Questionado sobre possíveis entraves que a crise internacional pode criar para a produção de etanol, Lobão enfatizou que não há problemas. "Não haverá crises letais nesse setor", disse, lembrando que o segmento não não necessita de pacote específico. "Basta que a empresa solicite (ajuda) e que o governo tenha condições de atender", disse, reforçando que o Banco Nacional de Desenvolvimento econômico e Social (BNDES) e o Banco do Brasil têm cumprido esse papel.

Na avaliação do ministro, no entanto, as maiores preocupações do setor estão relacionadas a preços, mercado disponível e capacidade de produção. "Mas nós vamos produzir o suficiente e pelo preço que seja competitivo no mercado brasileiro e no mercado internacional", resumiu Lobão.

(Bianca Ribeiro | Valor Online)

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