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Lobão: Ibama pode emitir licença de Jirau amanhã

O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, afirmou hoje que é possível que o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama) emita amanhã a licença provisória para o início das obras de construção da usina hidrelétrica de Jirau, no Rio Madeira, em Rondônia. Lobão disse que não pode garantir que será aprovada a solicitação do consórcio Energia Sustentável do Brasil (Enersus), vencedor do leilão da usina de Jirau, que quer autorização para fazer as obras em outro local, situado a nove quilômetros do ponto previsto no edital de licitação do projeto pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

Agência Estado |

"Quanto ao local, não poderia dizer, porque isso é uma questão da Aneel, que já se manifestou (favoravelmente), e do Ibama", disse o ministro ao chegar ao Tribunal de Contas da União (TCU) para a abertura do seminário "A Nova Matriz Energética Brasileira". Em declaração à Agência Estado, o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, afirmou recentemente que a mudança do local será aprovada pelo Ibama.

Lobão admitiu que os prazos para o início das obras de Jirau "estão se encurtando a cada dia" em razão da chegada iminente do período das chuvas na Região Norte. "Mas há o compromisso do consórcio vencedor de trabalhar 24 horas por dia, ou seja, em três turnos diários, exatamente para aproveitar a janela hidrológica", disse o ministro, referindo-se ao curto espaço de tempo que ainda resta antes do início do período chuvoso. Ele explicou que, na obra, poderão ser utilizados equipamentos especiais à noite, como geradores, para que os operários possam trabalhar em segurança.

PAC

O ministro de Minas e Energia reiterou que não haverá nenhum corte e nenhum atraso nas obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). "Estou falando em algo em torno de meio trilhão de reais, portanto, é muito dinheiro que será injetado na economia sem nenhum atraso", disse Lobão, ao chegar para a abertura do seminário "A Nova Matriz Energética Brasileira", promovido pelo Tribunal de Contas da União (TCU).

Questionado sobre um possível adiamento em 47 projetos de implantação de novas usinas de álcool, Lobão disse que, diante da crise financeira internacional, é natural que investidores tomem precauções e queiram se assegurar de informações mais concretas sobre o futuro da economia.

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