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O ministro de Minas Energia, Edson Lobão, reforçou hoje o discurso do governo de aposta no aumento de geração de energia nuclear para garantir o fornecimento de energia elétrica. Vamos caminhar fortemente na direção das usinas nucleares.

As obras de Angra 3 começam em primeiro de setembro e daí por diante continuaremos o programa de modo tão célere quanto possível", declarou, durante debate em audiência pública na Comissão de Minas e Energia da Câmara dos Deputados.

Reconheceu que o Brasil ainda tem grande potencial a ser explorado em energia hidrelétrica, especialmente na Região Norte, que dispõe de um potencial de mais de 130 mil megawatts nos rios. Sublinhou, contudo, que dificuldades ambientais e mesmo sociais, pelas reservas indígenas localizadas próximas aos rios, fazem com que o País não possa depender apenas da energia hidrelétrica. "Temos de tomar providências e precauções, ainda que estas precauções digam respeito a usinas termoelétricas movidas a gás, óleo ou nucleares", frisou.

O ministro de Minas e Energia destacou que as termoelétricas são "uma espécie de reserva estratégica" para momentos de necessidade. Segundo ele, "essas usinas são como uma divisão do Exército que fica aguardando para ser usada a qualquer instante", comparou. Lembrou que no início do ano as termoelétricas ajudaram o País a poupar água dos reservatórios das hidrelétricas, garantindo a segurança do sistema de geração de energia.

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