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Linha de crédito do governo paulista para Abimaq deve subir a R$ 1 bi

SÃO PAULO - A linha de crédito de R$ 1,2 bilhão lançada hoje pejo governo paulista para os setores de máquinas, que ficou com R$ 200 milhões, e de autopeças, que recebeu R$ 1 bilhão, deve entrar em operação o mais rápido possível segundo o governador José Serra. Antes disso, no entanto, é possível que essa linha seja ampliada para R$ 2 bilhões, com R$ 800 milhões a mais para o setor de máquinas.

Valor Online |

Segundo o presidente da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas (Abimaq), Luiz Aubert Neto, já está agendada para semana que vem uma reunião com a Nossa Caixa, responsável pela liberação do crédito, para que o total direcionado ao setor, de R$ 200 milhões, seja ampliado para R$ 1 bilhão, mesma quantia dirigida às empresas do setor de autopeças afiliadas ao Sindicato Nacional da Indústria de Componentes para Veículos Automotores (Sindipeças).

"Isso já está acertado", disse Aubert Neto. Segundo ele, os R$ 200 milhões iniciais, assinados em protocolo hoje com a Nossa Caixa, são dirigidos apenas para o segmento de máquinas agrícolas, que é um dos 30 segmentos que compõem o setor de máquinas, mas está com "sério problema" por conta da dificuldade de crédito que atinge também o setor agrícola. Com a ampliação da linha em R$ 800 milhões, como ele espera, os demais segmentos também terão acesso à linha de crédito.

Segundo o dirigente, a Abimaq representa atualmente uma indústria com 250 mil empregos, que registrou um PIB equivalente a R$ 80 bilhões no ano passado e exportou US$ 12 bilhões
Serra apresentou a linha de crédito hoje, junto com outras medidas fiscais, reforçando que o objetivo é gerar e manter empregos no estado. O presidente do Sindipeças, Paulo Roberto Butori, não vê muitas garantias nesses sentido.

"Não sei precisar sobre demissões", disse, lembrando que a única certeza até aqui é que o primeiro trimestre "vai ser difícil". O conjunto de 396 empresas filiadas ao sindicato, que terão acesso à linha de R$ 1 bilhão do governo paulista, representam 65% do setor no Brasil, com 160 mil empregos.

(Bianca Ribeiro | Valor Online)

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