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Líderes financeiros endossam plano de ação do G7

WASHINGTON - Líderes financeiros dos 185 países membros do Fundo Monetário Internacional (FMI) endossaram no sábado um plano anunciado pelas grandes economias para mapear uma saída para a crise de crédito. O Comitê Monetário e Financeiro Internacional (CMFI), presidido pelo ministro das Finanças do Egito, Youssef Boutros-Ghali, pediu vigilância excepcional, coordenação e disposição de tomar medidas ousadas para fazer frente à crise.

Reuters |

Boutros-Ghali disse que todos os 185 países membros do FMI, incluindo as economias emergentes e em desenvolvimento, apóiam o plano do Grupo dos Sete.

"Estamos engajados com o plano de ação", disse Boutros-Ghali. "Este é um elemento essencial para restaurar a confiança."

O G7 comprometeu-se na sexta-feira a tomar todas as medidas necessárias para descongelar os mercados de crédito e assegurar que os bancos possam levantar dinheiro, mas não sugeriu nenhum plano de ação coletiva para evitar uma recessão global profunda.

O diretor administrativo do FMI, Dominique Strauss-Kahn, disse que o comitê concordou que o FMI deve liderar um esforço para analisar mais a fundo o que deu errado e coordenar sua ação com outras instituições.

Ele disse que o fundo é o fórum apropriado para esse esforço, em vista de sua abrangência universal, e que o FMI está pronto para ajudar com recursos qualquer país que enfrente dificuldades financeiras devido à crise.

O FMI avisou que as economias emergentes podem sofrer em segunda mão os efeitos da crise financeira e que é importante que preservem sua estabilidade econômica.

"Por essas razões, é crucial que a ação colaborativa seja coordenada entre as economias avançadas e as emergentes", disse o comitê.

Nas economias avançadas, disse o comitê, as políticas adotadas precisam garantir "o estímulo essencial para fazer frente ao risco de um desaquecimento econômico pronunciado, ao mesmo tempo em que se restaura a confiança no sistema financeiro."

(Reportagem de Lesley Wroughton)

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