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Libor cai a nível mais baixo desde a quebra do Lehman Brothers

Londres, 21 out (EFE).- O Libor, taxa de empréstimos entre bancos no mercado londrino, caiu hoje a seu nível mais baixo desde 12 de setembro -sexta-feira anterior à segunda, 15, que marcou a quebra do banco americano de investimento Lehman Brothers.

EFE |

A taxa para os empréstimos em euro a três meses caiu hoje 2,7 pontos básicos, até ficar em 4,95%, seu nível mais baixo desde aquele dia, segundo a Associação Britânica dos Bancos (BBA, na sigla em inglês).

Os empréstimos em dólares com esse mesmo prazo de vencimento se realizaram hoje a uma taxa de 3,83%, a mais baixa desde 26 de setembro, após cair 22,5 pontos básicos em relação à segunda-feira.

Por sua vez, os empréstimos noturnos em euro saíram com uma taxa de 3,55%, 1,7 pontos básicos a menos, enquanto em dólares se realizaram por 1,28% -23,1 pontos básicos a menos.

Quase 500 bancos operam no mercado londrino, onde são feitos 20% do total de empréstimos interbancários de todo o mundo.

Tanto o Banco da Inglaterra como o Banco Central Europeu (BCE) fizeram injeções de capital em dólares hoje.

Assim, o banco central britânico injetou um total de US$ 25,97 bilhões com vencimento de quatro semanas e juros fixos de 2,11%.

Além disso, em seu leilão noturno de ontem injetou mais US$ 6,12 bilhões -após haver oferecido até US$ 10 bilhões.

Por sua vez, o BCE injetou no mercado outros US$ 101,93 bilhões, também com quatro semanas e com a mesma taxa de juros.

O Banco da Inglaterra, o BCE, o Federal Reserve (banco central americano) e o Banco Nacional Suíço (SNB) anunciaram em 13 de outubro novas medidas conjuntas para melhorar a liquidez em dólares a curto prazo nos mercados financeiros.

Essas medidas incluem empréstimos em dólares na quantia que solicitem os bancos -com prazos de uma semana, de um mês e de três meses- e a taxa de juros fixa.

Estas linhas de empréstimos, que fazem parte das chamadas "swap lines" (acordos recíprocos de empréstimo temporário de divisas), realizadas por vários bancos centrais de todo o mundo, substituem os leilões semanais a tipo variável que vinha realizando o Banco da Inglaterra. EFE pdj/jp

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