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Letônia é 2º país da UE a pedir ajuda financeira contra crise

Bruxelas, 23 nov (EFE).- A Letônia se tornou o segundo país da União Européia (UE), depois da Hungria, a solicitar ajuda externa de emergência para superar a crise financeira e fazer frente à difícil situação econômica.

EFE |

Em comunicado emitido neste fim de semana, a UE se declarou disposta a contribuir para um pacote financeiro em médio prazo "coordenado com o Fundo Monetário Internacional (FMI)" a fim de "acalmar as tensões aparecidas recentemente sobre os mercados financeiros" da república báltica.

Em seu comunicado conjunto, a Comissão Européia (CE, órgão executivo da UE) e a Presidência rotativa francesa da UE põem como condição às autoridades letãs que "se comprometam firmemente a iniciar um programa de ajuste rigoroso e acreditável, a fim de reforçar a sustentabilidade e a solidez do balanço de pagamentos".

Como resultado da crise mundial, a Letônia deixou de ser um dos países europeus com maiores taxas de crescimento para registrar uma contração brutal de sua economia (-4,3%) no terceiro trimestre deste ano.

Há 15 dias, o Governo letão se viu obrigado a nacionalizar o segundo maior banco do país, o Parex Banka, para evitar sua quebra.

A UE pode conceder ajuda ao balanço de pagamentos dos Estados-membros em dificuldades, mesmo os que não adotem o euro.

Desde maio de 2005 a moeda letã, o lats, pertence ao Mecanismo Europeu de Câmbio, considerado a ante-sala do euro e, até o momento, as autoridades negaram que tenham a intenção de desvalorizar o lats.

A Letônia não é o primeiro país da UE que solicita ajuda financeira exterior ao FMI e à própria UE.

Em 4 de novembro os ministros europeus de Economia e Finanças aprovaram a concessão de um empréstimo de 6,5 bilhões de euros à Hungria para ajudar o país a superar a crise financeira.

A ajuda européia uniu-se a outros dois créditos facilitados pelo FMI e pelo Banco Mundial (BM), de 12,5 bilhões e 1 bilhão de euros, respectivamente. EFE jms/ab/jp

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