O governo garantiu ontem a participação de dois consórcios no leilão da usina hidrelétrica de Belo Monte, marcado para terça-feira, 20 de abril. Para assegurar uma disputa pela maior obra do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), o Palácio do Planalto teve de acionar os fundos de pensão das estatais e incluir, em cada um dos grupos, empresas do sistema Eletrobrás.

O governo garantiu ontem a participação de dois consórcios no leilão da usina hidrelétrica de Belo Monte, marcado para terça-feira, 20 de abril. Para assegurar uma disputa pela maior obra do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), o Palácio do Planalto teve de acionar os fundos de pensão das estatais e incluir, em cada um dos grupos, empresas do sistema Eletrobrás. Segundo Valter Cardeal, diretor de Planejamento e Engenharia da Eletrobrás, os nomes dos integrantes dos consórcios só poderão ser divulgados depois que for cassada, como espera o governo, a liminar emitida ontem pela Justiça Federal do Pará suspendendo o leilão. "São dois consórcios, muito consistentes e robustos", disse o executivo, que foi indicado pelo governo para conduzir a formação dos grupos que disputarão o leilão. Cardeal confirmou informação antecipada pelo Estado, de que os fundos de pensão estarão presentes nos consórcios, que contarão também com a participação de grandes construtoras e autoprodutores de energia, além das subsidiárias do grupo estatal. O único consórcio conhecido antes da decisão da Justiça do Pará era o formado pela Andrade Gutierrez, Vale, Votorantim e Neoenergia, empresa onde a Previ tem participação acionária.

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