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Leilão de carbono termina sem compradores

O primeiro leilão de créditos de carbono para mercado voluntário do Brasil, realizado na BM&FBovespa, terminou ontem sem fechar negócio. Nenhuma das quatro empresas participantes arrematou os lotes oferecidos.

AE |

O primeiro leilão de créditos de carbono para mercado voluntário do Brasil, realizado na BM&FBovespa, terminou ontem sem fechar negócio. Nenhuma das quatro empresas participantes arrematou os lotes oferecidos. Houve três sessões de 15 minutos. Em cada uma, a empresa titular Carbono Social Serviços Ambientais ofereceu um lote de 60 mil toneladas de carbono, totalizando 180 mil toneladas nas três sessões. Os créditos foram leiloados pelo preço de R$ 10 por tonelada. Não houve lances. Este foi o terceiro leilão de créditos de carbono realizado pela BM&FBovespa e o primeiro voltado ao mercado voluntário - ou seja, os créditos podem ser negociados livremente, sem necessidade de aprovação dos projetos pela ONU. Segundo a coordenadora jurídica da Carbono Social, Cinthia Caetano, que ajudou a conceber o edital, foi dado o primeiro passo para leilões voluntários no País. "Pode ser que o volume do lote ou as condições do leilão não sejam adequadas. Nós vamos trabalhar para mudar isso", disse Cinthia.
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