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Leasing triplica e lidera crescimento da carteira do Bradesco no ano

SÃO PAULO - Ao final do segundo trimestre deste ano, o Bradesco viu nas operações de leasing o desempenho mais pujante entre os itens que compõem a sua carteira de crédito. O saldo das operações de leasing, também conhecidas como arrendamento mercantil, estava em R$ 14,9 bilhões em 30 de junho último, valor três vezes maior que o registrado um ano antes, de R$ 4,8 bilhões. Ou seja, em termos nominais, o leasing trouxe R$ 10,1 bilhões a mais para a carteira do Bradesco em 12 meses, perfazendo a melhor performance da carteira no período.

Valor Online |

O segundo melhor desempenho ficou com os avais e fianças, que agregaram R$ 9,8 bilhões à carteira, seguidos de perto pelo financiamento a capital de giro (+R$ 9,6 bilhões), crédito à exportação (+R$ 4,4 bilhões) e financiamento tradicional de veículos (+R$ 2,8 bilhões).

Após a extinção da CPMF, o governo aumentou o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) para as operações de crédito. Isento deste tributo, o leasing acabou se tornando mais atraente e os bancos acabaram redirecionando os financiamentos de veículos, que passam por forte expansão, para essa modalidade de crédito.

E o Bradesco não foi exceção. Segundo seu presidente, Márcio Cypriano, grande parte do crescimento observado no leasing em 2008 reflete essa estratégia. Somente para as pessoas físicas, o saldo das operações de leasing estava em R$ 7,6 bilhões ao final do segundo trimestre, mais de cinco vezes superior ao mesmo período de 2007. No caso das empresas, o salto foi de 112,8%, para 7,3 bilhões.

Mesmo ainda discreta, a participação do leasing na carteira total do Bradesco cresceu de forma importante em 12 meses, passando de 3,71% para 8,25%.

(Murillo Camarotto | Valor Online)

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