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Justiça francesa acusa mais um por roubo bilionário em banco

Paris, 4 ago (EFE).- O assistente de Jérôme Kerviel, o ex-operador do Société Générale (SG) que é apontado como autor de um roubo de 4,9 bilhões de euros do banco francês, foi acusado na sexta-feira passada de cumplicidade, informou hoje o jornal econômico Les Echos em sua edição digital.

EFE |

Thomas Mougard, que não foi detido, foi acusado pelos juízes do caso de "cumplicidade na introdução fraudulenta de dados em um sistema informático".

Mougard, de 24 anos, tinha sido acusado em 23 de maio pelo SG após a descoberta de "indícios de cumplicidade interna, de um operador assistente" da equipe que se encarregava da supervisão de Kerviel.

Segundo a informação publicada na imprensa, os magistrados consideram que as práticas do assistente de Kerviel constituem "cumplicidade por ajuda e assistência".

De forma mais precisa, aproximadamente 15% das "transações fictícias" do operador que é responsabilizado pelas perdas multimilionárias tinham sido obra desse cúmplice, segundo o relatório que a entidade financeira publicou em maio.

Kerviel está em liberdade sob controle judicial desde 18 de março, teve que entregar sua carteira de identidade e seu passaporte, não poderá sair da região de Paris sem autorização escrita e terá que se apresentar à Polícia uma vez por semana.

O ex-operador de mercados é processado desde 28 de janeiro, uns dias depois que o banco francês anunciasse perdas multimilionárias por fraude.

Os juízes deixaram Kerviel em um primeiro momento em liberdade sob controle judicial, contra o pedido da Promotoria, que recorreu e conseguiu colocá-lo em prisão preventiva em 8 de fevereiro. EFE jaf/rr

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