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Juros tombam com fluxo externo

Após semanas de ausência, o fluxo estrangeiro reapareceu ontem no mercado de juros e garantiu forte queda para as taxas futuras. O noticiário expôs com veemência a fragilidade da economia global, colocando as preocupações inflacionárias em segundo plano, o que derrubou as taxas neste início de semana pré-Copom.

Agência Estado |

O juro de janeiro de 2010 cedeu de 14,45% para 14,12%; o de janeiro de 2012, de 15,35% para 14,83%; e o juro de novembro de 2009 passou de 14,17% para 14,00% (mínima). A exceção foi a taxa de janeiro de 2009, que subiu de 13,50% para 13,56%, influenciado pela volatilidade no Certificado de Depósito Interbancário.

Novos dados ruins sobre atividade industrial na China, zona do euro e EUA e a informação do Escritório Nacional de Pesquisa Econômica dos EUA (NBER) de que o país entrou em recessão em dezembro de 2007, encerrando um período de expansão econômica iniciado em novembro de 2001, deprimiram as bolsas e fortaleceram o dólar.

A Bovespa perdeu 5,07%, aos 34.740,50 pontos, seguindo as fortes perdas das ações ´na Europa e EUA. O dólar subiu ante o real, o euro e a libra. O dólar à vista avançou 0,22%, a R$ 2,319 no balcão.

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