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Juros futuros recuam com melhora das bolsas de valores

Com ajustes técnicos, o mercado de juros futuros inverteu a trajetória do dia nesta tarde e os contratos encerraram com taxas em queda. Segundo operadores, a tarde foi bastante parada.

Agência Estado |

Há que se considerar, porém, que as bolsas de valores nova-iorquinas ensaiaram melhora nos minutos finais da sessão regular na Bolsa de Mercadorias & Futuros, após a informação de que as agências americanas de concessão de crédito hipotecário Freddie Mac e Fannie Mae poderão acessar a linha de redesconto (crédito emergencial) do banco central dos EUA.

O contrato de depósito interfinanceiro (DI) com vencimento em janeiro de 2010, o mais líquido, fechou projetando a menor taxa do dia, de 15,09% ao ano, ante os 15,15% ao ano projetados no encerramento dos negócios ontem.

Rumores de que a Fannie Mae e a Freddie Mac estariam à beira de um colapso, situação que levaria até mesmo à adoção de um plano de contingência pelo governo americano, estressaram as bolsas, que passaram a maior parte da sessão com perdas de mais de 1%. No meio da tarde, a notícia sobre a linha de redesconto fez com que as ações da Freddie Mac invertessem o sinal e passassem a subir e as ações da Fannie Mae reduzissem a desvalorização. Nas Bolsas de Nova York, às 16h12 (de Brasília), o índice Dow Jones cedia 0,37% e o S&P 500, 0,26%.

Os dados de inflação divulgados hoje no Brasil não atrapalharam a queda dos juros futuros. Segundo a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) da primeira quadrissemana de julho (período de 30 dias encerrado na primeira semana do mês) ficou em 0,77%, ante 0,96% no fechamento de junho. Além disso, a Fundação Getúlio Vargas (FGV) revelou que o Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M) na primeira prévia de julho foi de 1,55%, ante aumento de 1,97% em igual prévia em junho.

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