O salto do dólar de 5,62%, para R$ 2,236 no balcão, apesar de três leilões do Banco Central, levou os juros futuros às taxas máximas ontem à tarde. O juro de janeiro de 2009 encerrou em 13,937%, com máxima de 13,95%; o de janeiro de 2010 avançou para 14,73%, com máxima de 14,74%; e a taxa de janeiro de 2012 avançou a 15,92%, sendo o pico de 15,97%.

A pressão do câmbio acentuou a cautela dos investidores dadas as preocupações sobre o repasse para os preços no futuro. Mas cresceram as apostas de que o Copom deverá parar de subir a Selic a partir de outubro em razão da crise global.

O dólar ganhou força ante as moedas européias e o real em meio às quedas do petróleo, das bolsas e das taxas Libor, após nova injeção de liquidez na Europa e EUA. No fim da tarde, o euro recuou a US$ 1,3058. A Bovespa caiu 1,01%, aos 39.043,39 pontos. Em Nova York, o Dow Jones perdeu 2,50%.

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