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Juro futuro bate limite de alta na BM F após abertura

Os juros futuros dispararam na abertura do pregão na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F) nesta quinta-feira, refletindo a forte aversão ao risco que domina os mercados e que provoca zeragem de posição, especialmente de investidores estrangeiros. Em pouco mais de dez minutos de pregão, o contrato futuro de depósito interfinanceiro (DI) com vencimento em janeiro de 2012 já atingia o limite de alta de 18,93%, ante 17,43% ao ano do fechamento da sessão ontem.

Agência Estado |

O DI de janeiro de 2010 já bateu o limite de 17,72% ao ano.

Segundo profissionais, continua pesando sobre os negócios o temor de que haja instituições financeiras com dificuldade em honrar seus compromissos. Esse rumor já vem circulando nas mesas de operações há alguns dias. Mas cresceu ontem, quando o governo anunciou a MP 443, que permite a compra de instituições financeiras pelo Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal. Nesse ambiente, operadores dizem que players estão zerando suas posições a qualquer preço, para fugir do risco, o que leva as taxas a níveis irracionais.

Diante de tamanha deterioração, profissionais consideram inócua a medida de reduzir a zero a alíquota do IOF nas operações de câmbio relativas a empréstimos externos e de aplicações de recursos nos mercados financeiro e de capitais. Segundo o Ministério da Fazenda, a medida tem como objetivo "estimular a ampliação da oferta de moeda estrangeira, no atual contexto de forte retração das linhas de crédito internacionais". Só que, para profissionais, o apetite pelos ativos secou, inclusive no caso dos títulos públicos, que sofrem com a forte volatilidade do mercado.

Assim, o mercado deixou para segundo plano o resultado da inflação medida pelo IPCA-15, que ficou em 0,30% em outubro, ante 0,26% em setembro. O grupo alimentos e bebidas registrou alta de 0,05% em outubro, ante uma deflação de 0,25% em setembro. No ano, o IPCA-15 acumula alta de 5,28% e em 12 meses, de 6,26%.

Já a confiança do consumidor em outubro caiu 10%, após alta de 4,2% de setembro. Na avaliação da FGV, houve piora tanto na avaliação atual do consumidor sobre o cenário de hoje, como em suas projeções para o futuro.

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