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Julio Simões levanta R$ 494,5 milhões em IPO

Depois de adiar o cronograma por duas vezes, a Julio Simões Logística conseguiu obter demanda suficiente para fechar a oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês), que atingiu R$ 494,5 milhões. A empresa obteve o preço de R$ 8,00, abaixo do piso da faixa indicativa, que já havia sido reduzido para R$ 8,50 a R$ 9,50.

AE |

Depois de adiar o cronograma por duas vezes, a Julio Simões Logística conseguiu obter demanda suficiente para fechar a oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês), que atingiu R$ 494,5 milhões. A empresa obteve o preço de R$ 8,00, abaixo do piso da faixa indicativa, que já havia sido reduzido para R$ 8,50 a R$ 9,50. As condições originais previam que a ação da empresa seria vendida entre R$ 10,75 a R$ 13,75. Ou seja, em relação ao valor máximo que a companhia poderia obter, de R$ 1,036 bilhão, houve uma redução de 52% na oferta. A empresa pretendia emitir inicialmente 55,813 milhões de ações. Além do lote principal, foram registradas mais 6 milhões de ações do lote suplementar, que, se não for exercido no prazo de 30 dias, reduzirá o valor da operação para R$ 446,5 milhões. Apesar do preço menor obtido na oferta, a Julio Simões acabou sendo avaliada a valores similares aos de outras companhias que abriram o capital recentemente e empresas do mesmo setor já listadas na bolsa, pelos cálculos de analistas. A definição do preço do IPO, originalmente prevista para quinta-feira da semana passada, foi adiada para o dia seguinte, quando houve a redução da faixa de preço. Esse prazo, porém, também não foi cumprido e havia a expectativa no mercado de que a operação pudesse ser cancelada. Processo. A oferta da companhia também pode ter sido prejudicada pelo processo criminal envolvendo o diretor presidente e principal acionista da empresa, Fernando Antonio Simões. De acordo com informações do prospecto da oferta da Julio Simões, o processo - que se encontra em fase inicial e ainda não foi julgado - se refere a uma licitação de terceirização de frota de 191 viaturas para a Polícia Militar da Bahia, vencida pela companhia. Os executivos da empresa envolvidos no caso negam as acusações. A empresa pretende usar os recursos obtidos dos investidores na oferta de ações para ampliar a atuação no setor de logística, em aquisições e também para melhorar o perfil da dívida.

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