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Jornalista sai em defesa do liberalismo

O jornalista Carlos Alberto Sardenberg é conhecido como âncora do programa de rádio CBN Brasil, comentarista econômico dos programas noticiosos da CBN, do Jornal das Dez (GloboNews) e do Jornal da Globo, da TV Globo, além de colunista dos jornais O Globo e O Estado de S. Paulo.

Agência Estado |

Agora, Sardenberg reforça sua atividade como escritor, com o lançamento de Neoliberal, não. Liberal, publicado pela Editora Globo.

A experiência analítica do jornalista, que tem 37 anos de profissão e já vivenciou várias crises e planos econômicos, se revela na variedade dos temas abordados no livro. E eles vão das privatizações à reforma previdenciária, da crise do sistema de bem-estar social europeu à barraca de passes de ônibus e suco de laranja de um camelô esperto.

No atual cenário de crise mundial, esses assuntos ganham uma nova dimensão, já que os principais conceitos da economia internacional estão sendo revistos.

"O título é uma provocação saudável no espírito de que, de uns tempos pra cá, o termo neoliberal virou uma acusação, uma denúncia gravíssima", conta Sardenberg. "Tudo o que der errado e que representa injustiça ou desigualdade social virou coisa do neoliberalismo."

O jornalista diz não entender por que, de repente, as pessoas começaram a falar em neoliberalismo. "Para mim é o liberalismo como outro qualquer, um regime baseado na liberdade, na ideia de que quanto mais liberdade se tiver, melhor funcionam as coisas." E o ponto principal que norteia o livro é recuperar a ideia clássica de liberalismo.

Sardenberg argumenta que todos os grandes momentos de prosperidade econômica foram períodos de prevalência do liberalismo. Mesmo nos últimos anos, um período de vigoroso crescimento econômico - até a chegada da crise que hoje abala o mundo.

"As pessoas dizem que era uma bolha", observa o jornalista. "Eu digo: não. Houve uma bolha dentro disso, mas antes da bolha e durante todo esse período tivemos automóveis, casas, fábricas e um monte de coisas que foram produzidos com base nesse forte crescimento do capitalismo."

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