Madri, 5 out (EFE) - As graves perdas econômicas colocaram a toda prova, como nunca antes, os valores da imprensa nos Estados Unidos para justificar privilégios concedidos por ser um cão de guarda dos atos do Governo, segundo um relatório apresentado hoje na Assembléia Geral da Sociedade Interamericana de Imprensa (SIP). Milton Coleman, do jornal The Washington Post, expôs a editores e diretores de veículos de comunicação da SIP uma crítica situação das empresas americanas de notícias, em um documento que será aprovado na próxima terça-feira na assembléia, realizada em Madri. As graves perdas financeiras que afetam as organizações de notícias estão forçando a um cuidadoso reexame de como se faz a cobertura das notícias e qual é o nosso público atual e potencial, disse Coleman. O diretor do Washington Post afirmou que as redações lutam contra profundos cortes orçamentários e reduções de pessoal de 20% e 30%, em alguns casos maiores, e isso obriga os editores a repensar os temas e a filosofia das coberturas. Os editores dos jornais devem optar por continuar investindo recursos humanos em funções de serviço público que consomem muito tempo, como relatórios de pesquisa e responsabilidade, ou fazer a cobertura de notícias de ultima hora e instantâneas em linha. Coleman advertiu de que estão sendo colocados a toda prova, como nunca antes, os valores centrais dos veículos de comunicação para justificar os privilégios concedidos pela Primeira Emen...

As autoridades americanas consideram que essa lei pode prejudicar a segurança nacional e facilitar vazamentos de informação sigilosa, apesar de a proposta não proteger os repórteres que revelam esse tipo de notícias, acrescentou.

Os defensores da liberdade de imprensa nos EUA insistiram em que seja adotada uma lei federal que proteja os jornalistas contra a identificação de fontes confidenciais, ressaltou. EFE mmg/db

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