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Jornal é mais confiável do que novas mídias

Um estudo sobre credibilidade de mídia feito pelo Grupo CDN, agência de serviços de comunicação e relações públicas, que foi realizado neste ano pela terceira vez junto a executivos que ocupam cargos de liderança em médias e grandes empresas, mostra que, apesar de a internet crescer como meio de consulta de informações e notícias, o jornal permanece como a fonte mais confiável de informação. Em comparação às edições anteriores, que tiveram levantamentos feitos em 2003 e 2005, os dados de 2008 confirmam a forte penetração do meio jornal no universo empresarial, ainda que haja um avanço da internet na vida dos 500 profissionais consultados.

Agência Estado |

Mas um ponto a destacar é que os sites consultados são os que têm uma respeitada marca jornalística, seja a de um profissional conhecido no meio, seja a de um veículo de comunicação.

Entre razões apontadas para a permanência do jornal na preferência de leitura diária de informação estão o fato de ele apresentar matérias consistentes e esclarecedoras, contar com um corpo de profissionais capacitados e renomados e também apresentar as notícias como elas ocorrem, sem ser tendencioso nas análises do noticiário. A credibilidade é o ponto alto e sempre aparece com vantagem quando comparado aos outros canais de comunicação, como revistas, televisão, ou rádio (veja o gráfico nesta página).

No caso específico de O Estado de S.Paulo, a atual edição da pesquisa, realizada entre os dias 28 de maio e 8 de julho com 300 executivos em São Paulo e 200 no Rio de Janeiro, no quesito tradição e credibilidade da informação, o jornal aparece em primeiro lugar, com 21% das citações, à frente dos concorrentes diretos O Globo (19%) e Folha de S. Paulo (16%) e também dos jornais especializados no segmento empresarial, Valor (13%) e Gazeta Mercantil (6%).

"O interessante nesse dado é observar a confiabilidade cruzada com a capacidade de difusão da informação, ou seja, a repercussão do veículo junto aos formadores de opinião e o fato de ele ser referência no meio empresarial", explica Marília Stabile, sócia da CDN e coordenadora da área de pesquisas da CDN. "O Estado aparece confortavelmente em primeiro lugar no cruzamento desses índices."

Há 13 anos a CDN se dedica a estabelecer referências para o mercado de serviços de comunicação empresarial sobre auditoria de imagem.

Para aprofundar o desenvolvimento dessa tarefa, a agência criou o Índice de Qualidade e Exposição na Mídia (IQEM), com a ajuda do economista e professor da Universidade de São Paulo (USP) Heron do Carmo. A pesquisa de credibilidade de mídia, que realiza de tempos em tempos, visa justamente a coletar dados para alimentar o seu banco de dados.

"É importante considerar que os executivos consultados são formadores de opinião e, como tal, têm enorme preocupação em repassar informações para os públicos que lideram, assim como trocar com os seus iguais, e o meio jornal é a ferramenta que usam", diz Marília.

"A pesquisa mostra que 69% dos consultados tomam decisões de mercado tendo como base as notícias que lêem no jornal. Eles mudam de opinião sobre fornecedores e negócios a partir do que é publicado. E veja que são executivos que têm acesso a outras fontes como relatórios de bancos e balanços anuais", acrescenta Marília.

Outro ponto fundamental no papel do jornais, que tem ligação direta com a credibilidade do veículo é a valorização do espaço editorial. Ele é quatro vezes maior que o espaço ocupado pela propaganda, ainda que sejam anúncios da empresas concorrentes.

A pesquisa revela também que o grau de credibilidade da publicidade em jornais é alta, já que 75% dos executivos entrevistados afirmaram que a boa propaganda pode influenciar - para pior ou para melhor - a opinião sobre determinada empresa.

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