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João Lyra pede recuperação judicial

O Grupo João Lyra - que pertence ao usineiro e ex-deputado federal João Lyra - entrou na Justiça com pedido de recuperação judicial (antiga concordata)de suas cinco usinas em operação, sendo três em Alagoas e duas em Minas Gerais. O anúncio foi feito ontem por meio de nota à imprensa.

Agência Estado |

De acordo com a nota, o novo cenário internacional, com aperto da liquidez e a compressão do crédito - além da queda nas cotações dos preços do açúcar e etanol nos mercados interno e externo -, levou a Laginha Agro Industrial S/A a ingressar com pedido de recuperação judicial das cinco usinas do grupo.

"Ainda tem de se destacar a retração das linhas de crédito, imprescindíveis para o setor sucroalcooleiro, como investimentos nos tratos culturais da lavoura de cana-de-açúcar, manutenção dos equipamentos e vencimentos de contratos financeiros. A falta de dinheiro no mercado inviabilizou a manutenção das linhas de crédito."

A nota do Grupo JL afirma que a decisão de falência judicial foi tomada em conjunto com diretores e técnicos, como a melhor saída para preservar as atividades operacionais, o patrimônio e os empregos. "A recuperação judicial é um instrumento legal, criado pela lei nº 11.101, de fevereiro de 2005, que permite a reestruturação de empresas economicamente viáveis que passem por dificuldades momentâneas, mantendo os empregos e os pagamentos aos credores", diz a nota.

As usinas do Grupo João Lyra esmagam cerca de 7 milhões de toneladas de cana. O passivo do grupo alagoano é superior a US$ 100 milhões. Somente com um banco da Inglaterra, a dívida chega a US$ 70 milhões.

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