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Jiabao afirma que China não deve descuidar da inflação

A economia chinesa se vê afetada pela crise financeira mundial, mas não pode baixar a guarda na luta contra a inflação, afirmou o primeiro-ministro chinês, Wen Jiabao.

AFP |

"A crise financeira mundial e a desaceleração da economia pioram", afirma Wen em um artigo publicado pela Qiushi, a revista do Partido Comunista Chinês.

"Porém, as pressões inflacionárias continuam sendo fortes e o preço do petróleo segue elevado, apesar de certas correções", acrescenta Wen, que destaca ainda que "todos os fatores negativos afetam e continuarão afetando a China".

Segundo o chefe de Governo, o principal desafio macroeconômico da China é "manter um equilíbrio de sucesso entre um desenvolvimento econômico estável e relativamente rápido e a luta contra a inflação".

"Temos que entender até que ponto a inflação pode provocar riscos ao crescimento econômico, à vida das pessoas e à estabilidade social", adverte.

A inflação na China registrou em setembro o quinto retrocesso mensal consecutivo, a 4,6% interanual, depois de ter alcançado em fevereiro 8,7%, um recorde nos últimos 12 anos.

De julho a setembro, o Produto Interno Bruto (PIB) do gigante asiático cresceu 9% em comparação ao mesmo período do ano anterior, o menor nível de aumento trimestral em cinco anos.

Com a desaceleração, o crescimento chinês ficou abaixo dos dois dígitos nos primeiros nove meses do ano (+9,9%), contra 12,2% no mesmo período de 2007.

A crise mundial reduziu a demanda nos países ocidentais e o volume das exportações chinesas.

wf/fp

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