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JBS levanta R$ 1,84 bilhão em oferta de ações na Bovespa

O grupo JBS Friboi levantou R$ 1,84 bilhão em sua oferta primária de ações (novos papéis, com recursos indo para o caixa da empresa) na Bovespa. Segundo informações encaminhadas à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), o preço por ação foi definido em R$ 8,00, um deságio de 1,36% em relação à cotação de fechamento do papel ontem na Bolsa (R$ 8,11).

AE |

O grupo JBS Friboi levantou R$ 1,84 bilhão em sua oferta primária de ações (novos papéis, com recursos indo para o caixa da empresa) na Bovespa. Segundo informações encaminhadas à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), o preço por ação foi definido em R$ 8,00, um deságio de 1,36% em relação à cotação de fechamento do papel ontem na Bolsa (R$ 8,11). O preço definido na operação é o mesmo da oferta pública inicial (IPO, na sigla em inglês) de ações do frigorífico, realizada em 2007. A oferta do JBS previa inicialmente a emissão de 200 milhões de ações. O registro na CVM mostra que, além do lote principal, foram registradas 30 milhões de ações do lote suplementar que, se não for exercido no prazo de 30 dias, reduzirá o valor total da operação para R$ 1,6 bilhão. A operação causou polêmica desde seu anúncio, em março, provocando perdas de até 20% no valor dos papéis. Isso porque os investidores foram pegos de surpresa com a mudança de planos da companhia, que originalmente pretendia realizar a abertura de capital da subsidiária americana JBS USA. O mercado também reagiu mal ao anúncio de que o JBS faria uma oferta secundária, com a venda de parte das ações dos controladores. Diante da repercussão ruim, a empresa reduziu o tamanho da oferta e os controladores desistiram de vender seus papéis, contribuindo para as ações do JBS recuperarem parte da queda. A oferta foi coordenada pelo BTG Pactual em conjunto com Banco do Brasil, Bradesco BBI, JP Morgan e Santander. Demissões. O JBS decidiu acabar com o segundo turno de trabalho em sua unidade em Barra do Garças (MT), provocando a demissão de cerca de 330 funcionários, segundo o Sindicato dos Trabalhadores da Indústria de Alimentação em Barra do Garças e Região. Procurada, a companhia confirmou que passará a operar em turno único, mas disse que manterá o volume de abate. A empresa não informou quantos empregados foram demitidos e qual volume está abatendo na unidade, que tem capacidade para aproximadamente 2,5 mil cabeças por dia.

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