Tóquio, 30 - O Japão suspendeu nesta sexta-feira uma restrição às importações de carne bovina de uma fábrica da Cargill, nos Estados Unidos, já que iniciativas foram tomadas para impedir a mistura de produtos proibidos pelo acordo comercial entre os dois países, informou o Ministério de Agricultura, Silvicultura e Pesca, segundo a agência Kyodo News. A unidade teria implementado "medidas suficientes" para evitar a repetição de tal equívoco, afirmou o ministério, referindo-se a um relatório sobre o assunto emitido pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

Tóquio, 30 - O Japão suspendeu nesta sexta-feira uma restrição às importações de carne bovina de uma fábrica da Cargill, nos Estados Unidos, já que iniciativas foram tomadas para impedir a mistura de produtos proibidos pelo acordo comercial entre os dois países, informou o Ministério de Agricultura, Silvicultura e Pesca, segundo a agência Kyodo News. A unidade teria implementado "medidas suficientes" para evitar a repetição de tal equívoco, afirmou o ministério, referindo-se a um relatório sobre o assunto emitido pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Em agosto de 2008, o governo japonês baniu as importações de carne bovina de uma fábrica da Cargill, em Dodge City, no Kansas, após constatar a existência de 4,5 quilos de carne moída dentre as 3,8 toneladas embarcadas para o país um mês antes. O Japão importa dos Estados Unidos sob a condição de que a carne seja proveniente de animais com menos de 20 meses de vida e que "materiais de risco", como a espinha dorsal e os tecidos cerebrais - vistos como estreitamente relacionados à doença da vaca louca -, sejam removidos. A carne moída também foi proibida pelo acordo bilateral devido à dificuldade de checar se o conteúdo inclui partes de risco ou carnes de gados com idade superior a 20 anos. Já que a mistura de carne moída foi a terceira violação do acordo de comércio bilateral cometida pela fábrica, a Cargill tomou medidas de prevenção adicionais, como a reeducação dos trabalhadores, acrescentou o ministério, citando o relatório. As informações são da Dow Jones.

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