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Itaú Unibanco quer usar troca de ações em futura internacionalização

SÃO PAULO - O crescimento da liquidez e a consequente valorização das ações do novo conglomerado formado por Itaú e Unibanco são a aposta da nova instituição para garantir sua internacionalização, um dos pilares do acordo que acarretou na fusão dos dois bancos. O presidente do Unibanco, Pedro Moreira Salles, se disse hoje confiante que a valorização da ação do Itaú Unibanco Holding - resultado da unificação dos papéis das duas companhias - possibilitará aquisições no exterior por meio de pagamento em ações. Salles admitiu que os preços de alguns bancos internacionais estão deprimidos por causa da crise financeira, porém não apontou alvos potenciais.

Valor Online |

Quanto ao cenário nacional, foi descartado um eventual interesse pela Nossa Caixa, que atualmente negocia sua venda para o Banco do Brasil.

O presidente do Unibanco informou ainda que o acordo de fusão entre os bancos contempla um prazo de cinco anos para que a nova instituição se torne um competidor global.

Entretanto, a prioridade do momento é implementar a integração das operações de Itaú e Unibanco, que deverá ter como um dos primeiros passos a unificação dos caixas eletrônicos, para que os clientes das duas instituições tenham mais equipamentos à disposição,
O presidente do Unibanco, contudo, não revelou o que irá acontecer com as marcas dos dois bancos. Assim como Roberto Setubal, presidente do Itaú, Salles se limitou a dizer que serão feitas avaliações de mercado para posterior decisão sobre o tema.

(Murillo Camarotto | Valor Online)

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