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Itaú espera que BC aprove fusão com Unibanco até fevereiro

SÃO PAULO (Reuters) - O Itaú espera obter até fevereiro a aprovação final das autoridades regulatórias, incluindo Banco Central e Comissão de Valores Mobiliários (CVM), para efetivar a fusão com o Unibanco, anunciada em 3 de novembro. Nossa expectativa é de que saia até janeiro ou fevereiro, afirmou nesta terça-feira o presidente do Itaú, Roberto Setubal.

Reuters |

Obtidas as aprovações legais, o grupo pretende que as ações e American Depositary Receipts (ADR) dos bancos sejam unificados em meados de 2009.

Setubal admitiu que, na área corporativa, os bancos vão enfrentar grande sobreposição de clientes, já que o braço de atacado de ambos tem como foco o mesmo nicho de mercado --empresas com faturamento anual acima de 150 milhões de reais--, que reúne cerca de 2,5 mil companhias no país.

Ele negou, no entanto, que a soma de ambos provoque uma queda em participação de mercado.

"Separadamente, tínhamos condições mais limitadas de ofertar financiamento. Agora, ficamos em condições mais privilegiadas, inclusive para competir com grandes bancos estrangeiros", afirmou.

EXPANSÃO INTERNACIONAL

Setubal reiterou que o conglomerado resultante da fusão vai buscar uma expansão internacional, que acontecerá principalmente por meio de aquisições, nas áreas de varejo, seguros, cartões de crédito, banco de investimento e corporate.

Ele ressalvou, no entanto, que essa estratégia ainda deve levar algum tempo para acontecer, por duas razões. Primeiro porque será necessário algum tempo para digerir a fusão. Depois, o momento não é adequado para compras.

"Temos muita coisa para fazer relacionada à fusão. E, embora os preços dos ativos estejam muito baratos lá fora, o momento não é propício para compras agora, porque está muito difícil de avaliar o valor das transações", considerou.

(Reportagem de Aluísio Alves)

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