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Itaú e Unibanco criarão gigante do Hemisfério Sul

SÃO PAULO - O Itaú e o Unibanco anunciaram nesta segunda-feira que criarão o maior grupo financeiro privado do Hemisfério Sul, ao unirem suas operações após negociações que já duravam 15 meses. A operação prevê que acionistas do Unibanco Holdings e do Unibanco migrarão para uma nova instituição chamada Itaú Unibanco Holding. A relação de troca prevista é de 1,7391 units do Unibanco para cada ação da nova instituição.

Reuters |

Após a operação, a Itaúsa, holding do banco Itaú, deterá 66% da IU Participações, empresa que terá o controle do Itaú Unibanco Holding. O restante será detido pelos controladores do Unibanco.

A nova instituição, segundo Unibanco e Itaú, será uma das 20 maiores do mundo e a maior do Brasil, com ativos totais de R$ 575,1 bilhões, dos quais R$ 396,6 bilhões do Itaú, de acordo com dados do final do terceiro trimestre do ano.

O patrimônio líquido do Itaú Unibanco Holding será de R$ 51,7 bilhões e a instituição combinada terá 265 bilhões de reais sob sua administração.

Os bancos marcaram para final de novembro e início de dezembro assembléias para aprovação das incorporações.

O conselho de administração do Itaú Unibanco Holding terá 14 membros, dos quais seis serão indicados pela Itaúsa e pela família Moreira Salles. Os oito membros restantes serão independentes. O conselho será presidido por Pedro Moreira Salles, do Unibanco, e o presidente-executivo do grupo será Roberto Egydio Setubal, do Itaú.

"Trata-se de uma instituição financeira com a capacidade de competir no cenário internacional com os grandes bancos mundiais", informaram os bancos no comunicado. "Com essa associação, o Itaú e o Unibanco reafirmam sua confiança no futuro do Brasil, neste momento de importantes desafios no ambiente econômico e no mercado financeiro mundial."

(Por Alberto Alerigi Jr.; Edição de Daniela Machado)

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