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Itaú BBA e Unibanco captam US$ 575 milhões

SÃO PAULO - Apesar das condições adversas do mercado, o Itaú BBA e o Unibanco conseguiram sucesso em seus empréstimo. O Itaú BBA saiu para captar US$ 200 milhões e, após duas visitas a investidores na Ásia e uma em Nova York, conseguiu obter o dobro: US$ 400 milhões. O mercado externo piorou desde o início de junho, mas conseguimos manter o prêmio de risco sugerido naquela época , diz António Calheiros, responsável pela área de instituições financeiras do Itaú BBA. O banco pagou 95 pontos básicos sobre a Libor, taxa interbancária de Londres, por linha para capital de giro de vencimento em três anos. Foi um preço bom e por isso resolvemos tomar os US$ 400 milhões , afirma.

Valor Online |

O Itaú BBA não quis revelar o nome de todos os bancos participantes do empréstimo. O BNP Paribas e do Unicredit foram os líderes. Na primeira fase da sindicalização, entraram o Sumitomo, o Banco de Tóquio Mitsubishi, o Mizuho, o Banco de Montreal e o Natixis. No total, participaram dez bancos da Ásia, seis da Europa, e um do Canadá. Muitos bancos asiáticos que nunca haviam emprestado ao país entraram na operação , conta. Os recursos permanecem fora do país para empréstimos às clientes.

Já o Unibanco partiu ele mesmo para conversar com os bancos parceiros , define Richard Bird, responsável pela área de bancos correspondentes. Queria levantar US$ 150 milhões e em 20 dias conseguiu US$ 175 milhões. Foi um ? club deal ? organizado pelo próprio Unibanco, não um sindicato tradicional , diz Bird.

A operação foi dividida em três parcelas. A primeira, de prazo de dois anos e vinculada à exportação, somou US$ 91 milhões e pagou prêmio de 95 pontos básicos. A segunda, de prazo de vencimento em três anos e vinculada à exportação, totalizou US$ 38 milhões e pagou 110 pontos. A terceira, de vencimento em dois anos e para capital de giro, pagou 100 pontos e totalizou US$ 46 milhões. Participaram o Société Générale, o HSBC, o alemão LBBW, que nunca havia emprestado ao país, o Toronto Dominium, o ING, o Sumitomo e o Standard Chartered.

(Valor Econômico)

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