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A Islândia nacionalizou seu terceiro maior banco, numa ação destinada a reduzir os temores sobre a estabilidade financeira do país em meio à crise financeira global. O governo da Islândia socorreu com 600 milhões o Glitnir e assumiu uma participação de 75% no banco depois que o financiamento de curto prazo da instituição se deteriorou rapidamente por causa do aperto no crédito interbancário.

O banco islandês tinha capitalização de mercado de 1,14 bilhão.

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