O Índice de Preços ao Consumidor - Semanal (IPC-S) de até 22 de novembro subiu 0,57%, informou nesta segunda-feira a Fundação Getúlio Vargas (FGV). No índice anterior, de até 15 de novembro, a fundação apurou alta de 0,56% para o índice.

A leve aceleração mensurada pela taxa do IPC-S foi influenciada por elevações de preços mais intensas, ou deflações mais fracas, em três das sete classes de despesa usadas para cálculo do índice.

Entre as acelerações mais expressivas, ou quedas menos intensas, estão movimentações de preços em Habitação (de 0,41% para 0,46%); Despesas Diversas (de -0,17% para -0,10%); e Alimentação (de 1,06% para 1,14%). No caso dessa última classe de despesa, o grupo dos alimentos foi o que mais contribuiu para o avanço da taxa do IPC-S.

Houve quedas mais fracas de preços ou fim de deflação em itens de importância no cálculo da inflação do varejo, nesse setor. É o caso de hortaliças e legumes (-3,21% para -1,63%), carnes e peixes industrializados (-0,17% para 0,83%) e bebidas não alcoólicas (-0,05% para 0,35%).

Os outros grupos apresentaram desaceleração de preços. É o caso de Vestuário (de 0,95% para 0,53%); Saúde e Cuidados Pessoais (de 0,42% para 0,41%); Educação, Leitura e Recreação (de 0,39% para 0,37%); e Transportes (de 0,13% para 0,10%).

Ao analisar a movimentação de preços entre os produtos, no âmbito do IPC-S de até 22 de novembro, a FGV informou que as mais significativas altas de preço no varejo foram apuradas em mamão papaia (37,04%); limão (17,79%); e tomate (13,87%). Já as mais significativas quedas de preços foram apuradas em manga (-24,22%); cenoura (-18,28%); e feijão carioquinha (-8,41%).

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