SÃO PAULO - A terça-feira concentra os eventos mais relevantes tanto no mercado doméstico quanto externo. Por aqui, os agentes recebem a prévia da inflação oficial referente ao mês de setembro.

Tal leitura deve marcar o fim do período de inflação zero que durou três meses. As expectativas apontam para inflação entre 0,25% a 0,30%, com destaque para o grupo Alimentação. Ainda na agenda local, a Fundação Getúlio Vargas (FGV) traz a segunda prévia para o Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M). A previsão aponta para alta de 1%. Os investidores também conhecem a nota externa de agosto, com os dados da conta corrente e o comportamento do investimento estrangeiro. No câmbio local, atenção à reação dos agentes ao comunicado de ontem do Tesouro, mostrando que o Fundo Soberano do Brasil (FSB) já está autorizado a comprar dólares no mercado. Com isso, além do Banco Central (BC), o mercado passa a contar com um novo agente comprador de moeda. As operações serão intermediadas pelo Banco do Brasil (BB). No mercado americano, destaque para a decisão do Federal Reseve (Fed), banco central americano. A estimativa é de manutenção da taxa básica entre zero e 0,25% ao ano. Atenção à possibilidade de novas medidas de estímulo via compra de títulos. Como o resultado do encontro só vai ser conhecido à tarde, agora pela manhã o foco recai nos números sobre a construção de novas moradias em agosto. A previsão é de alta de 0,73%. Também sai a demanda por alvarás de construção. Na quarta-feira, serão divulgadas a ata da última reunião do Banco da Inglaterra (BoE), a sondagem ao consumidor da FGV e a nota de política monetária e crédito. O BC apresenta ainda o fluxo cambial semanal.

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