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Investimento estrangeiro no Brasil pode crescer até 14% neste ano

SÃO PAULO - A crise financeira global não deve afetar significativamente o volume de investimento estrangeiro direto (IED) no Brasil, que alcançou US$ 34,6 bilhões em 2007 e deve fechar 2008 com um montante entre US$ 35 bilhões e US$ 40 bilhões. Ou seja, segundo a Sociedade Brasileira de Estudos de Empresas Transnacionais e da Globalização Econômica (Sobeet), na pior das hipóteses o volume de recursos ficaria estável neste ano, podendo ainda haver uma expansão de 14% do IED.

Valor Online |

 

"O Brasil não só não será afetado (pela crise), como vai ser favorecido, podendo ter crescimento no ranking geral", disse Luís Afonso Lima, diretor da Sobeet, lembrando que além de contar neste ano com o grau de investimento, o país continuou sendo favorecido pelo alto patamar de preços de commodities e pela expansão do mercado interno.

É um quadro alinhado com o crescimento de emergentes em um mau momento para as economias desenvolvidas. Segundo Lima, a Conferência das Nações Unidas para o Comércio e Desenvolvimento (UNCTAD, na sigla em inglês), responsável pelo levantamento global, acredita que haverá uma retração de 12,7% nos fluxos de investimentos estrangeiro direto (IED) no mundo, para um total de US$ 1,6 trilhão.

Lima lembra, no entanto, que essa previsão para o mundo pode ser muito otimista, já que foi projetada levando em conta os fluxos calculados no primeiro trimestre deste ano, quando a crise ainda não tinha avançado para a gravidade observada na última semana.

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