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Investimento estrangeiro em setembro é o 2º em 60 anos

Apesar da crise internacional só piorar, o fluxo de investimento estrangeiro direto (IED) para o Brasil em setembro atingiu R$ 6,258 bilhões, o maior valor para o mês e o segundo maior da série histórica iniciada em 1947. Em outubro, o volume de investimentos para a produção está menor, mas ainda em um volume que deve ser considerado positivo.

Agência Estado |

Antes do resultado de setembro, a melhor marca havia sido em janeiro de 2007, quando US$ 10,318 bilhões ingressaram em meio a uma onda de lançamento de ações no mercado acionário paulista.

Neste mês, até ontem, o IED estava em US$ 3 bilhões e o chefe do Departamento Econômico do Banco Central, Altamir Lopes, prevê que outubro encerre com ingressos totais de US$ 3,5 bilhões. Para comparar, a média mensal de IED em 2007, que foi recorde anual deste indicador, foi de US$ 2,9 bilhões.

O resultado mais alto que o esperado em setembro, segundo o chefe do Depec, foi provocado pelo ingresso de US$ 2,7 bilhões enviado por uma multinacional do setor de varejo. Ele observa que o IED sofre menos com a crise financeira internacional porque são investimentos de mais longo prazo.

"Não houve interrupção do fluxo porque esse dinheiro chega ao País com um olhar de longo prazo", disse o chefe do Depec. Segundo ele, porém, é preciso ficar atento ao comportamento dos números para avaliar o real efeito da crise no ingresso dos recursos.

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