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Invasão dos #145;motorzões #146;

Os veículos com motores de seis cilindros têm cada vez mais espaço no Brasil. Entre as novidades, em janeiro a Hyundai lançou o Azera, a Dodge acaba de iniciar as vendas do Journey, o Chevrolet Captiva chegou na semana passada e o Ford Edge virá até o fim do ano.

Agência Estado |

Em comum, todos têm propulsores V6 sob o capô.

A tendência é inversa à que está ocorrendo nos EUA, onde os altos preços do combustível afastam o consumidor de veículos com "motorzão". "Os acordos bilaterais deixam modelos como os mexicanos Journey e Captiva chegarem com preços competitivos", diz André Belchior Torres, da consultoria Fábrica de Sonhos.

"Os que não têm isenção de impostos de importação, como o Edge (canadense), pegam carona na desvalorização do dólar." O modelo da Ford, com propulsor 3.5 de 269 cv, deve chegar em outubro por cerca de R$ 150 mil.

Esses três modelos têm a missão de ocupar um nicho muito lucrativo. "É preciso vender três carros compactos para obter o lucro registrado com um utilitário-esportivo. Quando mais caro, maiores são as margens", diz Jaime Ardilla, presidente da GM do Brasil.

Inicialmente, a empresa está importando apenas a versão 3.6 V6, a gasolina, do Captiva. O preço parte de R$ 92.990 (tração dianteira) e R$ 99.990 na versão 4x4.

De acordo com Marcos Munhoz, diretor de Marketing e Vendas da GM, em um ano e meio está prevista a chegada de uma opção mais em conta do utilitário com motor quatro-cilindros de 2,4 litros. Ao poucos essa versão vai substituir a Blazer.

A Chevrolet também investirá nos motores V6 no segmento de sedãs grandes. Em 2009 trará o americano Malibu (confira mais informações na página 10). Outra que prepara novidades é a Toyota, que lançará uma versão V6 do argentino Hilux SW4. Da Ford deve também chegar do México uma nova versão do Fusion com motor V6.

"Os modelos de seis cilindros não representam nem 5% do total das vendas no mercado nacional, mas têm um público cativo", diz o consultor Luc de Ferran.

Ele diz que esses veículos atraem principalmente pelo bom desempenho. "Dificilmente quem compra um veículo de mais de R$ 100 mil pensa em economia de combustível." Há casos em que as versões de seis cilindros de um modelo vendem mais que as de quatro-cilindros.

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