Os movimentos sociais de esquerda e entidades civis ainda estão despreparados para propor para uma nova ordem econômica. A crítica é do sociólogo e cientista político Emir Sader. Na opinião do intelectual paulista, os representantes dos movimentos ligados à terra e às ONGs, os educadores e outros grupos sociais ainda exercem pouca influência para mudar a conjuntura.

A análise foi feita durante o Fórum Social Mundial, maior encontro da sociedade civil e de ativistas de esquerda do planeta. Sader defende que essas organizações tenham maior participação na política institucional, único caminho para a implantação de alternativas contra a crise.

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